Toda empresa fala bonito quando tudo vai bem. Aqui ficam as decisões difíceis — preço, pivot, demissão, escopo, conflito interno. Por escrito. Versionado. Pra cobrar a gente.
Princípio 01Decisão é em favor do cliente pagante. Sem board pra performar pra, sem investidor pra agradar. Se a feature serve à imprensa mas não ao MRR, a gente não faz.
Princípio 02Cobrança em moeda local, sem IOF, sem spread cambial pra explicar pro financeiro. Não é diferencial regional — é respeito básico com cliente brasileiro.
Princípio 03MRR aqui no /numeros. Postmortem no /blog. Decisão errada na timeline. Confiança vem de consistência, não de highlight reel. Quando o número cai, a gente conta junto.
Princípio 04Observabilidade desde o dia 1. Testes que rodam em CI todo PR. Migrations reversíveis. Não é capricho — é o que separa empresa que dura de startup que some quando o tráfego dobra.
Princípio 05Reunião é pra alinhar, não pra adiar. Se decidiu, vai. Se errou, corrige rápido e em público. Velocidade composta vence estratégia complicada.
Princípio 06Cresce mais devagar, decide pelo cliente. MRR é o mestre — não round seguinte. Quando aparecer dilema dinheiro × produto, vence o produto. Sempre.
Princípio 07Nas duas primeiras semanas, founder fala direto com pagante. Não delega antes de aprender o problema na pele. Quando crescer e isso virar gargalo, a gente registra aqui o que mudou.
Princípio 08Se eng novo não entende em 30 min, não tá pronto. Função pequena > abstração elegante. Convenção > configuração. Código se lê, não se decifra.
Versionado no nosso GitHub. Toda mudança fica registrada — quando, por quê, quem assinou. Nada muda em silêncio. Cliente que assina contrato com a Arara recebe o link e pode usar como base de cobrança se a gente desviar.



Discorda? Tudo bem — não é pra todo mundo. Mas pra quem é, é o lugar.